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segunda-feira, 4 de junho de 2012

ANNA CAROLINA DE FREITAS PEIXOTO


Pela experiência, e pelos erros que cometemos em nossa vida, eu hoje sentir falta de uma pessoa, CAROL. Quem é CAROL? Pra mãe e pra as amigas, não sei, talvez, ANNINHA, ANNA, ou ANA, pra mim simplesmente CAROL, nem quando estou bravo, eu nunca chamei àqueles que realmente são meus filhos biológicos, pelo seu nome principal. A CAROL foi e sempre será a minha “PRINCESA”, não é uma mulher dos sonhos de muitos homens, mas é o meu sonho, era o meu primeiro, mas, chegou a terceiro, mas sempre ela soube que seria a primeira. Quantas lembranças de quando criança, menina, adolescente, era como nunca iríamos deixar a peteca cair, sempre estaríamos juntos.
Mas, CAROL cresceu, está se tornado madura, de opiniões fortes, e até acredito com mágoa em seu coração. E vejo isso desde o ano passado, quando estava eu, a mãe e ela no carro, e Eliana me falou que a nossa filha nunca tinha visto “passarinho verde”, não sabia o que era o amor, mas sabia que foi feita de amor, sabia que eu e a mãe nos amamos, mas, esquecemo-nos de mostrar e ensinar a CAROL o AMOR.
CAROL hoje se tornou pelo menos pra mim, uma menina arredia, com respostas prontas sempre que lhe questiono algo, eu vejo ódio em seus olhos, gestos e palavras comigo. Não sei o que fiz, mas si voltei a fuma e beber minhas cervejas e um bom vinho, e ela e os irmãos não me dão notícia, não veem me ver. Quero que saibam o quanto sou grato por vocês terem medidos esforços pra me trazerem da Bahia, mas, se alguma palavra, ou algo gesto os tenha machucados, me perdoem, principalmente a minha “PRINCESA’, sinto a sua falta.
Eu pensei que estava nos EUA fazendo MBA, pelo menos foi o que a mãe me falou que você iria fazer, mas não, CAROL está fazendo trabalhos em casa, e nem sequer liga pra saber como está, quer ela queira ou não, infelizmente sou o seu pai biológico, e me desculpe, se você não quer saber que as pessoas saibam, ou você não se orgulha do pai que tem, eu pelo menos falo que tenho uma filha, e me orgulho muito da mesma, minha “PRINCESA”, não a filha de agora, mas sim minha CAROL.
Você CAROL pode não acreditar, não querer, mas eu te AMO MUITO, mesmo sabendo que posso não ser correspondido. Mas é amor de pai, mesmo não sendo seu orgulho, não sendo o tipo de pai que você esperava de homem, mas, acredite numa coisa, sei que errei em algumas coisas e todas as coisas, afinal, sou um cara que só aprendo com meus erros, mais isso não diminuiu nem nunca vai diminuir o AMOR que sinto por você, o “Cara lá de cima” me pôs no caminho de você e isso deixa muito feliz e honrado de ser o pai da minha “PRINCESA”, e de seus irmãos.

QUE DEUS SEMPRE TE ABENÇOE E ILUMINE SEUS CAMINHOS E TEU CORAÇÃO.

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