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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ENTENDENDO O PORQUE - BRASIL

Hoje vou falar de um tema muito polêmico, principalmente em nosso país. O preconceito sobre o homossexualismo.

Gente aqui no Brasil se discrimina tudo, mas, na realidade é um assunto muito importante, porque se trata de uma série de fato que envolve o homossexualismo, desde a classe mais pobre à elite, já é um grande fato.

Se não vejamos: Conheci em Salvador, vários casais, lésbicos homossexuais (bissexuais) holandeses, ingleses e americanos, eram de classe média no país deles, e viviam no maior love sem preconceitos aqui e nos país de origem.

Porque isso acontece, por causa de cultura, desemprego, falta de estrutura para com os cidadãos do país, que faz com que um homossexual, travesti, transexual, lésbica e bissexuais brasileiros, se transformem em lixo, dizer que é doença ou descaração mesmo. Perguntei aos conhecidos visitantes o por que, de como eles gostavam e amavam o mesmo sexo, sendo bonitos e respeitados, pela postura até. Eles me responderam: quando você gosta de alguém, ama esse alguém, não importa de sexo ele seja, ama e pronto. Agora eles me disseram que não podiam nunca perder a beleza exterior, beleza é fundamental. Se por um acaso alguém se interessasse por algum deles como reagiriam? Quem se interessar vem, pois sabe que terá muito sexo, a três, a quatro, não importava, os sentimentos deles não mudariam, e a vida continuaria, normalmente. Sempre bonitos, esbanjando belezas e charme.

No Brasil a coisa se deteriora tanto, que as lésbicas pra definir quem o “ativo”, tem que parecer homem, ser “machão”, a “Mara-Sapatão”, e na hora do sexo a penetração tem que ser com brinquedos, consolos, e as mãos, línguas, pois nem o clitóris grande é capaz de enrijecer.

É o que não acontece com as amigas visitantes em Salvador. Elas disseram que só o amor entre duas mulheres fica difícil, por mais que se toquem, falta o mínimo, a “penetração”. Por mais que tenha brinquedos, várias espécies, elas me falaram, precisamos de um homem, para a copula, não existe amor, mas sim atração, a coisa de pele, por isso é perguntei, isso não é o bissexualismo? E elas me disseram toda lésbica fora do Brasil, na realidade são bissexuais, porque no fundo, no fundo, tem que ter a penetração, não existe sexo sem penetração, só brinquedos, uma hora cansa. Por isso se mantinham belas, bonitas e gostosas, deliciosas, pra chamar a atenção de homens e mulheres, e como chamavam.

Os homossexuais masculinos também, muitos bonitos, e no caso deles, a penetração existe, pra não ficar na rotina, era importante para o relacionamento, uma terceira ou quarta pessoa.

Lá mesmo em Salvador, estávamos conversando, quando apareceu o “Sebastian”. Um "viado", “bichona” (viadão mesmo, porque dava, porque queria, descaração), um shortinho “Carla Peres”, e dançando o “reboletion”, era uma figura. Aí os amigos falaram, isso você não vê fora do Brasil, a não ser que seja brasileiro. Nós não vendemos nosso corpo com vemos aqui na orla em Salvador, e cobram muito mais caro que as meninas da vida.

Por isso, opinião própria, pra você ser lésbica, bissexual, travesti, transexual ou coisa que o valha, não tem que ser pobre. Pobre gente é uma situação de vida, você pode mudar. Não por aí dando por dar, nem seja a “Maria-Sapatona”, seja realmente aquilo que quiserem ser, mais tenha suporte financeiro, pra se ajudar, ajudar a aparência. No Brasil sei que tem homossexuais lindos, que se dão e recebem, para isso tem como se manter belos bonitos e bem-dotados, e lésbicas e bissexuais brasileiras, seja belas, bonitas, gostosas, deliciosas, e verão que vocês podem ser mais felizes. Nunca queiram ser “machões” como homens que conheço, e que já fui um deles, pois perde logo a querida.

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