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segunda-feira, 4 de junho de 2012

ANNA CAROLINA DE FREITAS PEIXOTO


Pela experiência, e pelos erros que cometemos em nossa vida, eu hoje sentir falta de uma pessoa, CAROL. Quem é CAROL? Pra mãe e pra as amigas, não sei, talvez, ANNINHA, ANNA, ou ANA, pra mim simplesmente CAROL, nem quando estou bravo, eu nunca chamei àqueles que realmente são meus filhos biológicos, pelo seu nome principal. A CAROL foi e sempre será a minha “PRINCESA”, não é uma mulher dos sonhos de muitos homens, mas é o meu sonho, era o meu primeiro, mas, chegou a terceiro, mas sempre ela soube que seria a primeira. Quantas lembranças de quando criança, menina, adolescente, era como nunca iríamos deixar a peteca cair, sempre estaríamos juntos.
Mas, CAROL cresceu, está se tornado madura, de opiniões fortes, e até acredito com mágoa em seu coração. E vejo isso desde o ano passado, quando estava eu, a mãe e ela no carro, e Eliana me falou que a nossa filha nunca tinha visto “passarinho verde”, não sabia o que era o amor, mas sabia que foi feita de amor, sabia que eu e a mãe nos amamos, mas, esquecemo-nos de mostrar e ensinar a CAROL o AMOR.
CAROL hoje se tornou pelo menos pra mim, uma menina arredia, com respostas prontas sempre que lhe questiono algo, eu vejo ódio em seus olhos, gestos e palavras comigo. Não sei o que fiz, mas si voltei a fuma e beber minhas cervejas e um bom vinho, e ela e os irmãos não me dão notícia, não veem me ver. Quero que saibam o quanto sou grato por vocês terem medidos esforços pra me trazerem da Bahia, mas, se alguma palavra, ou algo gesto os tenha machucados, me perdoem, principalmente a minha “PRINCESA’, sinto a sua falta.
Eu pensei que estava nos EUA fazendo MBA, pelo menos foi o que a mãe me falou que você iria fazer, mas não, CAROL está fazendo trabalhos em casa, e nem sequer liga pra saber como está, quer ela queira ou não, infelizmente sou o seu pai biológico, e me desculpe, se você não quer saber que as pessoas saibam, ou você não se orgulha do pai que tem, eu pelo menos falo que tenho uma filha, e me orgulho muito da mesma, minha “PRINCESA”, não a filha de agora, mas sim minha CAROL.
Você CAROL pode não acreditar, não querer, mas eu te AMO MUITO, mesmo sabendo que posso não ser correspondido. Mas é amor de pai, mesmo não sendo seu orgulho, não sendo o tipo de pai que você esperava de homem, mas, acredite numa coisa, sei que errei em algumas coisas e todas as coisas, afinal, sou um cara que só aprendo com meus erros, mais isso não diminuiu nem nunca vai diminuir o AMOR que sinto por você, o “Cara lá de cima” me pôs no caminho de você e isso deixa muito feliz e honrado de ser o pai da minha “PRINCESA”, e de seus irmãos.

QUE DEUS SEMPRE TE ABENÇOE E ILUMINE SEUS CAMINHOS E TEU CORAÇÃO.

terça-feira, 3 de abril de 2012

É UMA QUESTÃO DE CULTURA!!!


Passando por um barzinho aqui em Osasco, tomando minha cerveja, e minha taça de vinho português, deparei com uma cena, curiosa e peculiar do di a dia. Um casal de jovens, ele 17 anos e ela 16 anos, (chamaremos de “Ninja” ele, e ela “Jê”), ele um cara nissei, sansei, não sei, magro, 1,70 mts de altura, cabelos grandes, lindos realmente, vive a escová-lo de 10 em 10 minutos, dois seios pequenos, tipo de adolescente, não chega a serem dois morangos. Ela uma garota linda, 1,60 mts de altura, cabelo curtos, voz fina igual a garotas da sua idade, seios também, se veste como garoto, toda hora, passa a mão como se tivesse um saco, morena.
Estava tomando minha cerveja e o vinho sossegadamente, e olhando ao redor, eles me notaram, e fizeram aceno se poderia sentar-se, eu prontamente fiz com sim com o olhar. E, prontamente estávamos os três conversando, e eu, lhes indaguei o porquê daquele encontro, e eles me falaram que eu era um cara especial, gostava (e gosto muito de mulheres, negras, mulatas, morenas e caboclas, principalmente) de mulheres, sou maravilhado, principalmente se tem os atributos necessários, que as fazem deliciosas, seios e bunda, arrebitada. E eles me falaram, que pelas condições deles, poderia ter as “periguetes”, ou mulheres conforme as condições que eu quisesse, dependeria de quanto eu poderia ceder de “carreiras de farinha”. Já discordei do método, antigamente era de quanto nós tínhamos no bolso, mas, dei corda aos dois.
Aí perguntei pra eles, se eram filhos de papai, se tinham posses para assumirem o que realmente ele acha que querem ser. Não, não são não trabalham, e vivem numa vida de família humilde.  Então indaguei: porque um rapaz bonito poderia fazer bonito junto às mulheres, fazia um papel de idiota, tinha o pomo de adão e ainda dava o rabo, segunda o mesmo ainda não dava, só fazia um bom “boquete”, que vantagem levava, naquela vida, ser chamado de “Viadinho Ninja”.
Ela um garota bonita, um petisco junto aos garotos da idade dela, e de alguns homens, voz fina, agradável, fazia muito sucesso com os homens, meio em que ela gostava de viver, além é claro daquela mania que tinha de coçar as virilhas com se estivesse a coçar o saco. Eu perguntei a ela se era hermafrodita, disse que não, então perguntei por quê? Uma garota queria gostar de mulheres, sendo uma delas. Poderia muito bem trabalhar seu corpo, ficar uma linda mulher, poderia ser bissexual, ter as mulheres que quisessem, e dar pra quem quisesse não ser chamada de a “Sapatona Jê”.
Apesar da minha idade, mais experiente, eu já vi e aprendi a vivenciar coisas interessantes nesta minha passagem. Agora em minha última estadia em Salvador/BA, conheci e convivi com pessoas do rol de amigos do meu primo, bissexuais, travestis, transexuais, gays, drogados, holandeses, alemães, espanhóis, ingleses, americanos, enfim todo tipo de gente, e juro, sair numa boa, existe aquele choque de primeiro momento, novidade, mas, depois de conhecê-los, e entendê-los, vi realmente que é uma questão de cultura, não é preconceito. Todas as bissexuais e os bissexuais amam realmente o parceiro ou parceira, o amor é um sentimento muito forte, vai além do que possamos imaginar. Eu nunca entendia porque diferente de brasileiros, ninguém dar por dar, não, não baixaria que nem brasileiros, dar porque dizem “é doença” ou porque aprendeu a gostar de homens ou mulheres e tem que estar ali presentes.
E de repente eu vi, era questão de cultura, homens e mulheres diferentes, mas, que não são tratados como “viadinhos” ou “sapatonas” como no Brasil, mas pessoas bem definidas, que sabem e deixam bem claro o que são, mas acima de tudo, ama e se deixam amar. Uma mina que divide e participa de uma vida sexual intensa, porque quer que outra parte seja feliz, é muito pra cabeça e o entendimento de um reles mortal. Eu perguntei a um casal de “lésbicas”, qual o sentimento ao ver a parceira ser penetrada por um homem, ela simplesmente me respondeu, felicidade. Ver a parceira ser penetrada e também ser penetrada por este homem é a felicidade, pois a mesma me falou uma relação só de toques, com as mãos, e com “vibrador”, não é a mesma coisa, tem que haver a penetração de carne na carne, fazer o outro suspirar, delirar, ver o prazer e ser parte também deste prazer, é uma coisa que realmente para um brasileiro, é muito pra cabeça.
O homossexual, eu falo que tem que ter dinheiro, não ser de família humilde, pois os que vi, eram realmente lindas, sem o pomo de adão, pernas e coxas de fazer inveja a muitas mulheres, seios fartos e bumbum (que bumbuns), arrebitados, e creiam, falavam e tinha todo trejeito de mulheres, e mulheres daquelas que deixam qualquer cidadão de boca aberta, e “roludos”, e me disseram, tiravam proveito dos dois lados, comiam, não faziam distinção, mulheres e homens, gays e travestis, tinham prazer por dar prazer e receber prazer anal, (a própria Sandy disse que isto é possível), não entrei no mérito da questão, mas, fiquei curioso.
Espero que a conversa que tivemos, eu o “Ninja” e a “Jê”, sirvam de lição a muitos garotos e garotas que estão iniciando neste caminho, não, não seja mais um “viadinho” ou “sapatona”, deixe que aflorem seus desejos, mais tenham consciência de poderem bancar e serem o que quiserem, sem ter que dar explicações de nada de suas opções, é um direito de cada um. E, daqui alguns anos eu estarei pra ver o “Ninja” e a “Jê” seja não o viadinho e sapatona como hoje são chamados, mas sejam uma linda travesti e uma linda bissexual, que realmente tenha as mulheres que quiserem, não em troca de “carreiras de coca”, mas, pelas performances que cada um exercerem.
Por isso digo, não é questão de preconceito, mas, sim de cultura. 

quarta-feira, 28 de março de 2012

UMA INCRÍVEL MULHER, QUE PODERIA SER UM ALGO MAIS.

Querida,

Eu estou escrevendo pra você, porque quero deixar uma cosia bem esclarecida, que não ficou ontem, 27 de março de 2012, e, porque eu sei que você, é uma mulher, baiana, morena, linda e culta, afinal, você é professora, e ontem no nosso bate-papo, acho que uma coisa não ficou bem claro pra ti, ou talvez eu a peguei num momento frágil, romântica, esperando ouvir ou ler uma coisa que só satisfaria seu coração, e você tenho certeza em sã consciência, ouviria atentamente, e não diria ser direito meu, ou me deixasse sozinho, como um cara que só queria ser honesto.

Você não me conhece, e isso posso garantir pra ti, os filhos de Da. GENILDA (minha mãe) são homens diferentes porque apesar da figura do pai, a mãe é que foi a MÃE e PAI dos quatro filhos homens e uma filha mulher (que hoje é nosso xodó e de minha mãe, nem se fala), porque somos homens diferentes, pois temos como filhos homens a sensibilidade de nunca ferir ou magoar qualquer mulher, pois vimos e vivemos o drama que a mulher/homem que amamos, ser magoada, sofrer calada por um homem que não valorizava, (não valoriza até hoje) a mulher, e chegar aos 54 anos de casada, infeliz, mas cuidando do velho com a mesma dedicação, e sabemos que é o carma dela.

Pois bem, somos diferentes porque uma coisa que os filhos homens têm, é do meu pai, o machismo e machão, muitas vezes aflorados em um filho, mais que outro, o meu pai sempre foi o cara que mostrava-nos que mulher era segundo plano, primeiro ele, depois ele e assim vai, não dava (e nunca deu) o valor que as mulheres têm, e isso nos era incutido sem que quiséssemos, mais era o espelho que tínhamos, mais a filosofia dele era que, “não queria que os filhos fossem drogado, bandidos e viados), em grande parte conseguiu, não por esforço dele, mas porque a que na vida e o que aprendemos com nossa mãe era muito melhor pra se viver. Eu sempre fui o quebrador de regras, fui drogado quando pude ser e bancar fiz algumas bandidagens (que por causa disso ficava coagido por ele, pois se não fizesse ou fosse como ele queria, o mundo todo saberia o que fiz, é terrível viver uma vida assim de coação, tendo o indivíduo em suas mãos), e por último não sou e não fui ainda viado, mas, é uma regra a ser quebrada, e eu sou louco. E sempre achei que eu era único que não era o filho, pois sou castanho de olhos verdes, filho de um cara que é morenão (se fosse no tempo da escravidão, serviria como troco, pois a diferença dos negros é o cabelo, o dele é um pouquinho melhor), mas, com o passar dos anos verifiquei que infelizmente ele é meu pai biológico, as entrada que tenho na cabeça são dele, minhas mãos e pés são dele, e cada vez que vou avançando na idade, fico parecido com ele, e me assusta um pouco, pois como sempre estou alerta, pra nunca fazer ou ser como ele foi.

Pois bem, temos os filhos algumas coisas que aprendemos com ele, e uma das coisas que gostaria que você soubesse, nós filhos homens sempre colocamos as mulheres em primeiro lugar. Não temos e tenho nunca teremos o prazer ou sei lá o que de dizer que somos gigolôs ou outra palavra que se defina um homem como você achou ou acha que eu sou. O que ganho é suficiente pra eu viver muito bem, comer bem, beber bem e achar o que tenho que fazer com o meu dinheiro o que eu bem entender. Não me faço escravo dele, faço o que acho que devo fazer, sem me preocupar com ninguém, assim como não quero que ninguém, família, filhos achem que eu estou agindo certo ou errado, eu acho que sempre vou conseguir, e posso, pois confio naquele que me fortalece. Não quero com isto provar nada pra ninguém, também não tenho mais que provar alguma coisa, só pra o “cara lá de cima”, e falo sem orgulho ou soberba. Pois bem, acho que no momento que estávamos papeando, você estava numa tarde carente, romântica excessiva, e não entendeu (ou nunca vai entender) o que eu disse quanto ao que busco. Procuro uma mulher que seja definida sócio, financeiro e culturalmente, que tenha sua casa, que seja feliz acima de tudo, uma mulher resolvida. Que a gente podia ser namorados pra vida toda, você na sua casa, e eu na minha casa, que saia comigo e eu saia com ela sem preocupações do financeiro, só curtir, sem dependências, só única e exclusivamente porque estava me querendo e eu a querendo, tomar um vinho, sorvete, viajar e estar prazerosamente com a pessoa que podia dizer é essa mina. Não quero um relacionamento de morar no mesmo teto, este relacionamento de viver entre quatro paredes, te falo, está falido, sem graça, eu te vejo e você me todo dia, não termos a nossa privacidade, a notícia do dia, do momento, é este relacionamento que a maioria das pessoas busca, desinteressante, não ter que contar nada, nenhum problema de sua casa, hoje eu dormi mal, essas coisas que os casais que moram juntos, não tem, acabam virando rotina, descobrimos erros e falhas em quem aprendemos a admirar.

Realmente eu pensei que esta seria você, é morena da cor do pecado, bonita, deliciosa, é professora, é culturalmente superior ás outras (pelo menos, eu achava), vivida, pronta pra compreender por conhecer um pouco a vida, as pessoas, mas, como demonstrou, você é uma mulher como você mesmo disse “vive para o amor, é o amor extremo, louco, desvairado”, não para pra pensar, não, você quando está apaixonada não é razão, é só emoção pura, não pensa no mau que está fazendo a si mesmo, não olha o que é bom principalmente pra o coração, deixa-se levar por ele, e como te falei, não existe professor pra matéria do amor ensinar e também não existe médico pra dor do amor curar, e como dói.

Sei que perdi uma tarde maravilhosa, tomando uma taça de vinho, almoçando, fumando o velho vício que temos em comum, tomando sorvete ao lado de uma pessoa morena da cor do pecado, linda, deliciosa e maravilhosa. Uma tarde que poderia ser inesquecível, talvez daí, um relacionamento muito bom pra mim e pra você. Mas como sempre não deu certo, e acredite-me esperava que desse, mas fazer o que.

Estou escrevendo este email, pois é uma coisa muito pessoal, nunca falei algo desse tipo pra ninguém, nem em emails, rede sociais, e espero que você respeite isso. Quero apenas te pedir que fale com quem quiser, mas, nunca diga que conheceu um canalha, um patife e cafajeste na rede, pois não o sou. Posso ser duro no jeito de lidar com as coisas do “Amor”, mas, como sempre eu acabo sozinho, mas consciente, não me magôo, não deixei a outra pessoa machucada.

Eu queria e achava que esse tormento vivido tinha acabado, mas, eu terei que vagar por esta minha caminhada, pois talvez minha alma gêmea esteja aqui na terra, seja feliz e eu não posso fazer nada pra intervir nesta felicidade, tenho apenas que ser feliz, isso o “cara lá de cima” deseja a todos nós simples mortais, uns com alguém outros levando a vida sempre sorrindo, fazendo as pessoas sorrir, mas, só e “ele” sabe o que se passa dentro de nós. Minha querida queria te pedir uma coisa, podemos ser amigos? sem compromissos, pretendo, se você permitir ir tomar um bom vinho (apesar de saber que você não bebe), almoçar e tomar sorvete, sermos dois velhos e bons amigos, eu prometo que não irá se arrepender?

Desculpe-me se não fui o cara que você estava imaginando, eu ainda irei padecer por causa do meu coração, mas acima de tudo, eu quero que saiba que adorei papear com você, realmente eu estava empolgado com a idéia de sentir falta de alguém, ter e esperar o momento de encontrar aquela pessoa diferente, aquela que podia marcar muito em sua vida. Mas não deu, fica pra próxima, a fila continua andando e bola pra frente, seja muito feliz, que você encontre um cara tão ou mais apaixonado, mais amor que você, eu tenho certeza você vai encontrar, e nunca se esqueça, Deus nos ama e quer que sejamos muitos felizes, aconteça o que acontecer, seja feliz.

Tchau, morena da cor do pecado, linda, delícia, e nunca diga que você é “fofinha” ou “gordinha”, lembre-se que a baleia, nada o dia todo e se alimenta só de peixes, e é gorda, o elefante só com verdura e legumes e é gordo, portanto, viva a batata frita, big-mac, uma musse de chocolate e os sorvetes, seja feliz.

Último beijoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ENTENDENDO O PORQUE - BRASIL

Hoje vou falar de um tema muito polêmico, principalmente em nosso país. O preconceito sobre o homossexualismo.

Gente aqui no Brasil se discrimina tudo, mas, na realidade é um assunto muito importante, porque se trata de uma série de fato que envolve o homossexualismo, desde a classe mais pobre à elite, já é um grande fato.

Se não vejamos: Conheci em Salvador, vários casais, lésbicos homossexuais (bissexuais) holandeses, ingleses e americanos, eram de classe média no país deles, e viviam no maior love sem preconceitos aqui e nos país de origem.

Porque isso acontece, por causa de cultura, desemprego, falta de estrutura para com os cidadãos do país, que faz com que um homossexual, travesti, transexual, lésbica e bissexuais brasileiros, se transformem em lixo, dizer que é doença ou descaração mesmo. Perguntei aos conhecidos visitantes o por que, de como eles gostavam e amavam o mesmo sexo, sendo bonitos e respeitados, pela postura até. Eles me responderam: quando você gosta de alguém, ama esse alguém, não importa de sexo ele seja, ama e pronto. Agora eles me disseram que não podiam nunca perder a beleza exterior, beleza é fundamental. Se por um acaso alguém se interessasse por algum deles como reagiriam? Quem se interessar vem, pois sabe que terá muito sexo, a três, a quatro, não importava, os sentimentos deles não mudariam, e a vida continuaria, normalmente. Sempre bonitos, esbanjando belezas e charme.

No Brasil a coisa se deteriora tanto, que as lésbicas pra definir quem o “ativo”, tem que parecer homem, ser “machão”, a “Mara-Sapatão”, e na hora do sexo a penetração tem que ser com brinquedos, consolos, e as mãos, línguas, pois nem o clitóris grande é capaz de enrijecer.

É o que não acontece com as amigas visitantes em Salvador. Elas disseram que só o amor entre duas mulheres fica difícil, por mais que se toquem, falta o mínimo, a “penetração”. Por mais que tenha brinquedos, várias espécies, elas me falaram, precisamos de um homem, para a copula, não existe amor, mas sim atração, a coisa de pele, por isso é perguntei, isso não é o bissexualismo? E elas me disseram toda lésbica fora do Brasil, na realidade são bissexuais, porque no fundo, no fundo, tem que ter a penetração, não existe sexo sem penetração, só brinquedos, uma hora cansa. Por isso se mantinham belas, bonitas e gostosas, deliciosas, pra chamar a atenção de homens e mulheres, e como chamavam.

Os homossexuais masculinos também, muitos bonitos, e no caso deles, a penetração existe, pra não ficar na rotina, era importante para o relacionamento, uma terceira ou quarta pessoa.

Lá mesmo em Salvador, estávamos conversando, quando apareceu o “Sebastian”. Um "viado", “bichona” (viadão mesmo, porque dava, porque queria, descaração), um shortinho “Carla Peres”, e dançando o “reboletion”, era uma figura. Aí os amigos falaram, isso você não vê fora do Brasil, a não ser que seja brasileiro. Nós não vendemos nosso corpo com vemos aqui na orla em Salvador, e cobram muito mais caro que as meninas da vida.

Por isso, opinião própria, pra você ser lésbica, bissexual, travesti, transexual ou coisa que o valha, não tem que ser pobre. Pobre gente é uma situação de vida, você pode mudar. Não por aí dando por dar, nem seja a “Maria-Sapatona”, seja realmente aquilo que quiserem ser, mais tenha suporte financeiro, pra se ajudar, ajudar a aparência. No Brasil sei que tem homossexuais lindos, que se dão e recebem, para isso tem como se manter belos bonitos e bem-dotados, e lésbicas e bissexuais brasileiras, seja belas, bonitas, gostosas, deliciosas, e verão que vocês podem ser mais felizes. Nunca queiram ser “machões” como homens que conheço, e que já fui um deles, pois perde logo a querida.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SÃO PAULO - PAULICÉIA DESVAIRADA

Sou baiano, desde Março de 1975, aportei em São Paulo, com sonho de menino, da cidade do interior baiano, Cruz das Almas, que seria algo na vida.
Muito diferente da cidade do interior baiano, eu vim pra o grande centro, São Paulo, com perspectivas grandes, sonhos enormes, tudo era deslumbrante pra mim e minha família.
E, São Paulo foi crescendo dentro de mim, e eu me adaptando à cidade. Conheci pessoas, boas, más, de toda qualidade de gente. Mas nos primeiros anos, ainda com resquícios do torrão natal, era minha "Bahia" em primeiro lugar, sotaque arrastado," ôxente bichinho cabra-da-peste", e a vida ia correndo, eu correndo pela vida paulistana.
Conheço a São Paulo como ninguém, pois fui "office-boy", e numa época maravilhosa, pois andava sempre abonado, dinheiro de quinze dias de condução, cartas, e quando era pra pegar táxi, aí a grana era grande, tinha o ônibus "Juremão - da viação Jurema", que para os office-boys, era como táxi, os motorista iam a mil, não paravam em pontos, e a gente se deliciava, chegava na empresa, e falava foi tanto, e não tinha reclamações. Bons tempos, por isso conheci São Paulo, Zona Sul, Zona Norte, Zona Oeste e Zona Leste. Tanto é que meu e minha mãe, descobriram o endereço de uma tia irmã de minha mãe, lembro como se fosse hoje, Vila Progresso, e quem estava à frente, eu, que já no primeiro ano, estava com São Paulo aos meus pés.
Em São Paulo descobrir lugares bons, ruins, péssimo e ótimos. Desde prostitutas, viados (naquela época era assim chamados os gays, travestis, escondidos, pederastas, etc..), gigolôs, malandros daqueles que andavam cheio de bossa, terno de linho branco e cartola, a navalha, enfiada no bolso.
Conheci mulheres (na época meninas), de toda espécie, que te faziam amar, cair por elas, ou deixá-las, com aquele gosto amargo da paixão recolhida. Grande São Paulo que me fez amá-lo cada vez mais, esquecendo do torrão natal, fui deixando o sotaque de lado, e aprendendo jeito paulistano de ser e falar.
Fui em 80/81 para Salvador, ainda estava construindo o primeiro Shopping, o Igatemi de Salvador, mas a saudade de uma namorada daqui da "Paulicéia Desvairada" me trouxe de volta a Sampa, e em 81, começou a mudar minha vida, profissional e de homem, comecei a crescer, e ver que como São Paulo crescia, pra os seus habitantes, é necessário aprender a lidar com as mudanças que me faziam um homem, e São Paulo a terra de muitos que aqui não nasceram, queriam porque queriam e a aceitavam como mãe.
São Paulo está inserido em cada coração de baianos, pernambucanos, cearenses, e tantos outros
nortistas e nordestinos, gaúchos, paranaenses e catarinense, cariocas e mineiros, não há nenhum que não diga eu sou de São Paulo, e a vontade enorme de dizer (eu sou paulistano), italianos, portugueses, japoneses, coreanos, chineses, peruanos, bolivianos, chilenos, argentinos, enfim, latinos, americanos, europeus, São Paulo os abraça, como a um filho, cada com sua quota, parcela de culpa ou de generosidade por esta enorme São Paulo.
Fui a 3 anos pra Bahia, mas, devido ao costume, e o jeito de ser paulistano, em Salvador tudo anda como o baiano gosta e quer, muito lento, muito devagar para o meu gosto. Não há comercio, padaria que abra antes das sete, pra mim que sou madrugador ficava descontente, com a demora, e nos domingos então, o pessoal acho que comia muita água (é como eles falam de alguém que foi beber), então tinha que esperar à boa vontade do dono.
Que saudades que me dava, São Paulo tem padarias que não fecham, e na Bahia, vai passar mais 33 anos e isso não acontece por lá,
Estou de volta São Paulo querido, terra de muitas terras, de muitas gentes, muitas histórias e estórias, de casos e causos, Sã Paulo de muitos poetas, repentistas, roqueiros, sambistas, sertanejos, caipiras, São Paulo de muitos sons, muitas cores, e da diversidade.
São Paulo das noites cariocas, baianas, italianas, portuguesas, japonesas e caipiras.
São Paulo que não troco por nenhuma cidade do mundo, seja Paris, São Paulo tem suas luzes, Londres, São Paulo tem os seus nevoeiros, teatros.
Eu sou um baiano, que na Bahia me chamam de paulista, e me deixou muito cheio de orgulho, pois além de morar na maior Cidade de país, torço para o time que é a cara de São Paulo, o Sport Club Corinthians Paulista.
Parabéns minha terra de coração, pois sei que adotado eu fui quando cheguei, e dizem que o Cristo Redentor está de braços abertos para quem for visitar o Rio, São Paulo não tem braços abertos, tem coração, corpo e alma para acolher que aqui chega para uma vida melhor.

PARABÉNS SÃO PAULO, VIVA SÃO PAULO, A TERRA DA GARÔA, A PAULICÉIA DESVAIRADA NOS SEUS 458 ANOS.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA" - UMA LOUCA PAIXÃO

Sampa, 04 de Dezembro de 2.011. É um dia diferente, final de campeonato brasileiro, " Sport Cube Corinthians Paulista" na final, precisado só de suas forças, não deu pra ninguém. O "Doutor" faleceu às 4;30 horas, num dia de domingo, e com o "Timão" na final, como era sua vontade, bem cedo pra que ele pudesse ver o "Timão" Penta-Campeão. Vá com muita luz "Doutor", tenho certeza, que como o outro, o filósofo, você terá lugar junto dos que, como você, tinham opiniões positivas, vai ficar lembrado sempre em milhões de corações de Corinthianos e brasileiros que admiravam, o futebol jogado, o futebol arte. E tenho certeza foi um dia realmente diferente, como seu calcanhar, o "Timão" foi penta, e mesmo sem o brilho de sua jogadas, é o "Poderoso Timão", casa lotada, com 1.800 porcos, pra sagrarmos pela quinta vez o campeonato.
Dia de jogo do "Timão", São Paulo amanhece diferente, final então, nem se compara, com tudo e todos jogando a favor, (como é importante os "anti-corinthianos), os porcos com um time de 2 jogadores, um deles decisivo (Valdívia) quando era um bom jogador, se esperava um pouco dele, mas, Felipão tinha razão o "Poderoso Timão" já era penta, Valdívia expulso, os porcos era um time de um só jogador, muito fácil pra ganharmos, e não importava se o Vasquinho fizesse 1 ou 10 gols, não queríamos vencer os porcos, só um empatezinho.
O "Doutor" tinha razão, corinthiano é diferente, é uma nação com a cara do brasileiro.
Nós não conquistamos a América, mas já somos donos do mundo, "SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA'" 1o. CAMPEÃO DO MUNDO FIFA.
Eu costumo dizer: 'Não tem mulher, filhos, não tem nada neste mundo que te enebrie, te atormenta, um amor e ódio, frustração, glória e vitória deste time que nos faz beber, fumar, tomar algumas dose extras de adrenalina, ma sempre serei "LOUCO POR TI CORINTHIANS".

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MULHERES MARAVILHOSAS

Foi uma experiência e tanto. Nunca poderia imaginar que mulheres acima de 45 anos, seriam belas, inteligentes, felizes e o que é melhor, resolvida. Problemas todo mundo tem, cada um resolve à sua maneira. Acabei com aquela idéia machista, retrógrada, e que pelo tempo, já não deveria mais existir em mim, “Mulher Nova”, abaixo dos 30 anos, achei que seria mais vida, mais fogo numa relação, você vira atleta, tem que demonstrar que está em forma física e de mente. E, de repente, não mais quede repente, as “minas“ de 50 anos, fazem você aprender mais uma lição de vida.

Até que no último dia 27 de novembro, (dia internacional da “Graça”) e de Nossa Senhora das Graças (uma grande mulher), reencontrei velhos amigos, pessoas não nos víamos a mais de 30 anos. A família “DUARTE” como sempre recebendo os amigos como se fôssemos da família, a matriarca Da. RITA (nome de santa intercessora junto ao “Divino Mestre), mais calejada da vida, mas com a mesma bondade e afeto de sempre, os filhos Helinho, LIZA, os netos e bisnetos, e ELIZABETH DUARTE, mulher, vó, companheira, a mesma BETH de há 30 anos, linda, sábia, pronta pra ajudar, cheia de vida, resolvida, seu companheiro Ricardo, sua neta VERÔNICA que mais parece filha, tão apegada à avó, seus filhos Felipe e TAMARA”. E devo confessar uma coisa: BETH continua despertando algo dentro da gente, ela sempre foi linda, fofinha, mas, quem a viu e quem a ver, nunca diz que ela é fofinha, sempre se vestiu e se portou de maneira que não a víamos como fofinha, mas, pela beleza e pela naturalidade que ela é, parabéns MENINA, continue sempre assim e sua beleza sempre passará como coisa que só Deus pode explicar, se é que tem explicação, isso vem de berço, e, quem conhece Da.RITA e conheceu Seu DUARTE, sabe do que eu estou falando, é família que a gente gostaria e tem de fazer parte. Continue menina, mulher, mãe, avó, sogra e amiga do jeito que a conhecemos, 50, 60 70..., mas sempre a BETHINHA.

E durante a semana antes de nos reencontrar, trocamos alguns e-mails, e facebook com uma pessoa maravilhosa, “TÃNIA MARIA GOLPIAN”TANINHA, juro que pela foto que vi no facebook, mais pareceu uma mulher austera, séria, aquela mulher de 51 anos, com reclamações da vida, de tudo. Até a indaguei, (coisa de machista, nordestino), se a mesma e as meninas estavam pintando cabelo, e ela me disse que sim, era natural, todas mulheres fazem isso, e é verdade, tenho uma filha de 23 anos que há 12 a 13 anos não sei qual a cor de seu cabelo, sei que eram castanhos, mas, já vi vermelho, azul, preto..., minha irmã faz luzes, a última vez que a vi estava com os cabelos pretos, igual aos de minha mãe, (eu com cabelos, não tão crisalhos perante a idade), cheios (de falhas, entradas e calvície), machismo nordestino brasileiro, enfim, continuando, fazia idéia da TANINHA, diferente daquela menina, que amei, curtir adoráveis bailes na casa da BETH, e pensei comigo, meu, eu ando fugindo tanto da mulherada de 45 anos, e minha turma (algumas) já estão com 50 anos, como o tempo foi cruel conosco, deixou-nos velhos, com doenças, queixumes. Chegando lá em Eldorado, vou ouvir os mesmos papos, Raul Seixas, e o cambau, mas vamos lá, eu não tinha pra onde ir, e fazia muito tempo que não nos víamos, alguma coisa ia valer a pena.

Mas, ao chegar, realmente Eldorado mudou, como é de se esperar, o progresso chegou, em São Paulo é questão de adaptar com mudanças (minha terra, tem mudanças, muito devagar), A padaria é mesma, a escola de inglês/espanhol, a igreja continua a mesma, a rua da casa da Da. RITA é a mesma, asfaltada, não tem (ou não sei se existe) a garagem e onde era feito o bailinho aos sábados, ou curtíamos uns aos outros, transformações necessárias, e temos que nos adaptar as mudanças do dia a dia, a vida continua, e não foram mudanças assim tão radicais, a TANINHA me falou que Eldorado estava parecendo a 25 de Março (exagerada), mas, tudo normal. E, também a mesma falou, que nos fins de semana, ela acorda tarde, o pessoal também, (acreditei na hipótese, estão velhos, e o mesmo costume de sempre, acordar tarde, não mudou), pra que eu chegasse a partir das 15;00 horas, logo eu que acordo todos dias, independente de ser dia útil ou não, às 5,00 horas.Disse que a partir das 9;00 horas, estaria lá. Aproveitaria para ver as mudanças em Eldorado, e em Santo Amaro, e esperaria pelas beldades até o horário estabelecido.

Quando foi nove e uns quebradinhos, BETH me ligou, estava no ônibus indo para a estação de trem de Osasco.

Quando cheguei a Eldorado, estava já indo para casa de Da. RITA, BETH ligou, perguntou minha localização, e a informei que estava na padaria, a mesma pediu para esperar 5 minutos, foi o tempo de tomar dois vinhos e 1 cerveja. Quando BETH, a mesma menina que conheci aos treze anos, linda, maravilhosa, jeito bonachão, fomos direto pra Da. RITA, onde rolava um churrasco, Helinho de churrasqueiro, Da. RITA, mais madura, mas o mesmo jeito, acolhedor, brejeiro, nota 1.000. Ficamos ali umas poucas horas comendo, e bebendo cerveja, jogando conversa fora, relembrando os tempos.

Uma certa hora BETH chamou-nos, e fomos pra sua casa, onde também reside sua filha TAMARA. Um escadão da porra (eu me encontro temporariamente com mobilidade parcial do lado direito, subir ou descer escadas e ladeiras, é um tormento) chegamos à sua casa, ficamos na varanda, eu, ela, Ricardo, o filho e a neta, tomando cerveja, esperando a TANINHA, e jogando conversa fora, ms, papo saudável.

Daí a pouco, chega ela, de longe olhei, o tamanho era o mesmo, quando se achegou, fiquei pasmo, uma mulher de 51 anos, num corpo de 20, nos cumprimentamos, e vi que a pessoa que estava à minha frente, não era nada do que a minha santa ignorância imaginava. Era uma linda mulher, cheia de vida, falante, de tudo e todos, se notava que a TANINHA e BETH, não tinham envelhecido. Olhei pra o Ricardo, cabelos grisalhos, e acho que os meus começaram a ficar grisalho também, e as duas ali, intactas, parece que o tempo não passou pra elas, soberanas, cheias de histórias, vidas e causos pra contar, fazer.

TANINHA me mostrou que, com as menininhas, eu tenho que me sobressair, que precisa mostrar que estão vivas, algumas coisas machistas, desfilar para os colegas verem. Realmente depois de rever vocês, uma mulher mais madura, não é só sexo, mais papo, piadas, dançar, ler e falar de livros lidos, filmes, enfim, foram poucas horas pra dizer e falar tudo,

TANINHA e BETH estão felizes, com filhos e (netos), parceiros da vida conjugal, não sei se são suas almas gêmeas, mas, tem vocês, e parecem bem felizes. Como fiquei com inveja desses caras. Mas aprendi uma coisa, a gente ás vezes é meio bobo, ingênuo, a felicidade às vezes está em cima da gente, pertinho da gente, embaixo do nosso nariz, e, não temos de o dom de encontrar.

Obrigado meninas, vocês me ensinaram que o amor é belo, suave, terno, não importa da maneira que seja, eu não posso olhar a MULHER apenas como um objeto. Mas adorar, idolatrar, e ver que as mulheres maduras, não são chatas, tem um que a mais que as “NOVINHAS”: a SABEDORIA, o traquejo, a conversação, a beleza que por mais

que tentamos entender, achamos que sabemos o “X” da questão, e continuamos aparvalhados, não somos nada.

BETH e TANINHA quero ser felizardo de sempre fazer parte do rol de amigos da família DUARTE e GOLPIAN, por muitas gerações, e encarnações.

TANINHA, uma vez me disseram que nossa alma gêmea não seria necessariamente a pessoa que tivemos atividades em nossa caminhada na vida terrena, e quando eu menos esperasse esta pessoa iria me procurar.

Eu amo vocês, a vida de vocês, e tudo que passei, vivi com vocês, e quando chegar à hora de ir, eu vou feliz porque conheci e tenho amigos como vocês, MARI, AMÉLIA, Da. RITA, BERENICE (BÊRA), Da. TEREZA (até ela), TELMA, TIQUINHA, e tanto pessoal, que vou acabar esquecendo.

São essas “MULHERES MARAVILHOSAS”, que dão sentido à vida, e TANINHA vive dizendo que eu só penso em mulher, e eu digo: EXISTE COISA MAIS DELICIOSA PRA PENSAR, VER, DEGUSTAR, SABOREAR. VOCÊS EXISTEM.