segunda-feira, 4 de junho de 2012
ANNA CAROLINA DE FREITAS PEIXOTO
terça-feira, 3 de abril de 2012
É UMA QUESTÃO DE CULTURA!!!
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quarta-feira, 28 de março de 2012
UMA INCRÍVEL MULHER, QUE PODERIA SER UM ALGO MAIS.
Querida,
Eu estou escrevendo pra você, porque quero deixar uma cosia bem esclarecida, que não ficou ontem, 27 de março de 2012, e, porque eu sei que você, é uma mulher, baiana, morena, linda e culta, afinal, você é professora, e ontem no nosso bate-papo, acho que uma coisa não ficou bem claro pra ti, ou talvez eu a peguei num momento frágil, romântica, esperando ouvir ou ler uma coisa que só satisfaria seu coração, e você tenho certeza em sã consciência, ouviria atentamente, e não diria ser direito meu, ou me deixasse sozinho, como um cara que só queria ser honesto.
Você não me conhece, e isso posso garantir pra ti, os filhos de Da. GENILDA (minha mãe) são homens diferentes porque apesar da figura do pai, a mãe é que foi a MÃE e PAI dos quatro filhos homens e uma filha mulher (que hoje é nosso xodó e de minha mãe, nem se fala), porque somos homens diferentes, pois temos como filhos homens a sensibilidade de nunca ferir ou magoar qualquer mulher, pois vimos e vivemos o drama que a mulher/homem que amamos, ser magoada, sofrer calada por um homem que não valorizava, (não valoriza até hoje) a mulher, e chegar aos 54 anos de casada, infeliz, mas cuidando do velho com a mesma dedicação, e sabemos que é o carma dela.
Pois bem, somos diferentes porque uma coisa que os filhos homens têm, é do meu pai, o machismo e machão, muitas vezes aflorados em um filho, mais que outro, o meu pai sempre foi o cara que mostrava-nos que mulher era segundo plano, primeiro ele, depois ele e assim vai, não dava (e nunca deu) o valor que as mulheres têm, e isso nos era incutido sem que quiséssemos, mais era o espelho que tínhamos, mais a filosofia dele era que, “não queria que os filhos fossem drogado, bandidos e viados), em grande parte conseguiu, não por esforço dele, mas porque a que na vida e o que aprendemos com nossa mãe era muito melhor pra se viver. Eu sempre fui o quebrador de regras, fui drogado quando pude ser e bancar fiz algumas bandidagens (que por causa disso ficava coagido por ele, pois se não fizesse ou fosse como ele queria, o mundo todo saberia o que fiz, é terrível viver uma vida assim de coação, tendo o indivíduo em suas mãos), e por último não sou e não fui ainda viado, mas, é uma regra a ser quebrada, e eu sou louco. E sempre achei que eu era único que não era o filho, pois sou castanho de olhos verdes, filho de um cara que é morenão (se fosse no tempo da escravidão, serviria como troco, pois a diferença dos negros é o cabelo, o dele é um pouquinho melhor), mas, com o passar dos anos verifiquei que infelizmente ele é meu pai biológico, as entrada que tenho na cabeça são dele, minhas mãos e pés são dele, e cada vez que vou avançando na idade, fico parecido com ele, e me assusta um pouco, pois como sempre estou alerta, pra nunca fazer ou ser como ele foi.
Pois bem, temos os filhos algumas coisas que aprendemos com ele, e uma das coisas que gostaria que você soubesse, nós filhos homens sempre colocamos as mulheres em primeiro lugar. Não temos e tenho nunca teremos o prazer ou sei lá o que de dizer que somos gigolôs ou outra palavra que se defina um homem como você achou ou acha que eu sou. O que ganho é suficiente pra eu viver muito bem, comer bem, beber bem e achar o que tenho que fazer com o meu dinheiro o que eu bem entender. Não me faço escravo dele, faço o que acho que devo fazer, sem me preocupar com ninguém, assim como não quero que ninguém, família, filhos achem que eu estou agindo certo ou errado, eu acho que sempre vou conseguir, e posso, pois confio naquele que me fortalece. Não quero com isto provar nada pra ninguém, também não tenho mais que provar alguma coisa, só pra o “cara lá de cima”, e falo sem orgulho ou soberba. Pois bem, acho que no momento que estávamos papeando, você estava numa tarde carente, romântica excessiva, e não entendeu (ou nunca vai entender) o que eu disse quanto ao que busco. Procuro uma mulher que seja definida sócio, financeiro e culturalmente, que tenha sua casa, que seja feliz acima de tudo, uma mulher resolvida. Que a gente podia ser namorados pra vida toda, você na sua casa, e eu na minha casa, que saia comigo e eu saia com ela sem preocupações do financeiro, só curtir, sem dependências, só única e exclusivamente porque estava me querendo e eu a querendo, tomar um vinho, sorvete, viajar e estar prazerosamente com a pessoa que podia dizer é essa mina. Não quero um relacionamento de morar no mesmo teto, este relacionamento de viver entre quatro paredes, te falo, está falido, sem graça, eu te vejo e você me todo dia, não termos a nossa privacidade, a notícia do dia, do momento, é este relacionamento que a maioria das pessoas busca, desinteressante, não ter que contar nada, nenhum problema de sua casa, hoje eu dormi mal, essas coisas que os casais que moram juntos, não tem, acabam virando rotina, descobrimos erros e falhas em quem aprendemos a admirar.
Realmente eu pensei que esta seria você, é morena da cor do pecado, bonita, deliciosa, é professora, é culturalmente superior ás outras (pelo menos, eu achava), vivida, pronta pra compreender por conhecer um pouco a vida, as pessoas, mas, como demonstrou, você é uma mulher como você mesmo disse “vive para o amor, é o amor extremo, louco, desvairado”, não para pra pensar, não, você quando está apaixonada não é razão, é só emoção pura, não pensa no mau que está fazendo a si mesmo, não olha o que é bom principalmente pra o coração, deixa-se levar por ele, e como te falei, não existe professor pra matéria do amor ensinar e também não existe médico pra dor do amor curar, e como dói.
Sei que perdi uma tarde maravilhosa, tomando uma taça de vinho, almoçando, fumando o velho vício que temos em comum, tomando sorvete ao lado de uma pessoa morena da cor do pecado, linda, deliciosa e maravilhosa. Uma tarde que poderia ser inesquecível, talvez daí, um relacionamento muito bom pra mim e pra você. Mas como sempre não deu certo, e acredite-me esperava que desse, mas fazer o que.
Estou escrevendo este email, pois é uma coisa muito pessoal, nunca falei algo desse tipo pra ninguém, nem em emails, rede sociais, e espero que você respeite isso. Quero apenas te pedir que fale com quem quiser, mas, nunca diga que conheceu um canalha, um patife e cafajeste na rede, pois não o sou. Posso ser duro no jeito de lidar com as coisas do “Amor”, mas, como sempre eu acabo sozinho, mas consciente, não me magôo, não deixei a outra pessoa machucada.
Eu queria e achava que esse tormento vivido tinha acabado, mas, eu terei que vagar por esta minha caminhada, pois talvez minha alma gêmea esteja aqui na terra, seja feliz e eu não posso fazer nada pra intervir nesta felicidade, tenho apenas que ser feliz, isso o “cara lá de cima” deseja a todos nós simples mortais, uns com alguém outros levando a vida sempre sorrindo, fazendo as pessoas sorrir, mas, só e “ele” sabe o que se passa dentro de nós. Minha querida queria te pedir uma coisa, podemos ser amigos? sem compromissos, pretendo, se você permitir ir tomar um bom vinho (apesar de saber que você não bebe), almoçar e tomar sorvete, sermos dois velhos e bons amigos, eu prometo que não irá se arrepender?
Desculpe-me se não fui o cara que você estava imaginando, eu ainda irei padecer por causa do meu coração, mas acima de tudo, eu quero que saiba que adorei papear com você, realmente eu estava empolgado com a idéia de sentir falta de alguém, ter e esperar o momento de encontrar aquela pessoa diferente, aquela que podia marcar muito em sua vida. Mas não deu, fica pra próxima, a fila continua andando e bola pra frente, seja muito feliz, que você encontre um cara tão ou mais apaixonado, mais amor que você, eu tenho certeza você vai encontrar, e nunca se esqueça, Deus nos ama e quer que sejamos muitos felizes, aconteça o que acontecer, seja feliz.
Último beijoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
ENTENDENDO O PORQUE - BRASIL
Hoje vou falar de um tema muito polêmico, principalmente em nosso país. O preconceito sobre o homossexualismo.
Gente aqui no Brasil se discrimina tudo, mas, na realidade é um assunto muito importante, porque se trata de uma série de fato que envolve o homossexualismo, desde a classe mais pobre à elite, já é um grande fato.
Se não vejamos: Conheci em Salvador, vários casais, lésbicos homossexuais (bissexuais) holandeses, ingleses e americanos, eram de classe média no país deles, e viviam no maior love sem preconceitos aqui e nos país de origem.
Porque isso acontece, por causa de cultura, desemprego, falta de estrutura para com os cidadãos do país, que faz com que um homossexual, travesti, transexual, lésbica e bissexuais brasileiros, se transformem em lixo, dizer que é doença ou descaração mesmo. Perguntei aos conhecidos visitantes o por que, de como eles gostavam e amavam o mesmo sexo, sendo bonitos e respeitados, pela postura até. Eles me responderam: quando você gosta de alguém, ama esse alguém, não importa de sexo ele seja, ama e pronto. Agora eles me disseram que não podiam nunca perder a beleza exterior, beleza é fundamental. Se por um acaso alguém se interessasse por algum deles como reagiriam? Quem se interessar vem, pois sabe que terá muito sexo, a três, a quatro, não importava, os sentimentos deles não mudariam, e a vida continuaria, normalmente. Sempre bonitos, esbanjando belezas e charme.
No Brasil a coisa se deteriora tanto, que as lésbicas pra definir quem o “ativo”, tem que parecer homem, ser “machão”, a “Mara-Sapatão”, e na hora do sexo a penetração tem que ser com brinquedos, consolos, e as mãos, línguas, pois nem o clitóris grande é capaz de enrijecer.
É o que não acontece com as amigas visitantes em Salvador. Elas disseram que só o amor entre duas mulheres fica difícil, por mais que se toquem, falta o mínimo, a “penetração”. Por mais que tenha brinquedos, várias espécies, elas me falaram, precisamos de um homem, para a copula, não existe amor, mas sim atração, a coisa de pele, por isso é perguntei, isso não é o bissexualismo? E elas me disseram toda lésbica fora do Brasil, na realidade são bissexuais, porque no fundo, no fundo, tem que ter a penetração, não existe sexo sem penetração, só brinquedos, uma hora cansa. Por isso se mantinham belas, bonitas e gostosas, deliciosas, pra chamar a atenção de homens e mulheres, e como chamavam.
Os homossexuais masculinos também, muitos bonitos, e no caso deles, a penetração existe, pra não ficar na rotina, era importante para o relacionamento, uma terceira ou quarta pessoa.
Lá mesmo em Salvador, estávamos conversando, quando apareceu o “Sebastian”. Um "viado", “bichona” (viadão mesmo, porque dava, porque queria, descaração), um shortinho “Carla Peres”, e dançando o “reboletion”, era uma figura. Aí os amigos falaram, isso você não vê fora do Brasil, a não ser que seja brasileiro. Nós não vendemos nosso corpo com vemos aqui na orla em Salvador, e cobram muito mais caro que as meninas da vida.
Por isso, opinião própria, pra você ser lésbica, bissexual, travesti, transexual ou coisa que o valha, não tem que ser pobre. Pobre gente é uma situação de vida, você pode mudar. Não por aí dando por dar, nem seja a “Maria-Sapatona”, seja realmente aquilo que quiserem ser, mais tenha suporte financeiro, pra se ajudar, ajudar a aparência. No Brasil sei que tem homossexuais lindos, que se dão e recebem, para isso tem como se manter belos bonitos e bem-dotados, e lésbicas e bissexuais brasileiras, seja belas, bonitas, gostosas, deliciosas, e verão que vocês podem ser mais felizes. Nunca queiram ser “machões” como homens que conheço, e que já fui um deles, pois perde logo a querida.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
SÃO PAULO - PAULICÉIA DESVAIRADA
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
"SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA" - UMA LOUCA PAIXÃO
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
MULHERES MARAVILHOSAS
Foi uma experiência e tanto. Nunca poderia imaginar que mulheres acima de 45 anos, seriam belas, inteligentes, felizes e o que é melhor, resolvida. Problemas todo mundo tem, cada um resolve à sua maneira. Acabei com aquela idéia machista, retrógrada, e que pelo tempo, já não deveria mais existir em mim, “Mulher Nova”, abaixo dos 30 anos, achei que seria mais vida, mais fogo numa relação, você vira atleta, tem que demonstrar que está em forma física e de mente. E, de repente, não mais quede repente, as “minas“ de 50 anos, fazem você aprender mais uma lição de vida.
Até que no último dia 27 de novembro, (dia internacional da “Graça”) e de Nossa Senhora das Graças (uma grande mulher), reencontrei velhos amigos, pessoas não nos víamos a mais de 30 anos. A família “DUARTE” como sempre recebendo os amigos como se fôssemos da família, a matriarca Da. RITA (nome de santa intercessora junto ao “Divino Mestre), mais calejada da vida, mas com a mesma bondade e afeto de sempre, os filhos Helinho, LIZA, os netos e bisnetos, e ELIZABETH DUARTE, mulher, vó, companheira, a mesma BETH de há 30 anos, linda, sábia, pronta pra ajudar, cheia de vida, resolvida, seu companheiro Ricardo, sua neta VERÔNICA que mais parece filha, tão apegada à avó, seus filhos Felipe e TAMARA”. E devo confessar uma coisa: BETH continua despertando algo dentro da gente, ela sempre foi linda, fofinha, mas, quem a viu e quem a ver, nunca diz que ela é fofinha, sempre se vestiu e se portou de maneira que não a víamos como fofinha, mas, pela beleza e pela naturalidade que ela é, parabéns MENINA, continue sempre assim e sua beleza sempre passará como coisa que só Deus pode explicar, se é que tem explicação, isso vem de berço, e, quem conhece Da.RITA e conheceu Seu DUARTE, sabe do que eu estou falando, é família que a gente gostaria e tem de fazer parte. Continue menina, mulher, mãe, avó, sogra e amiga do jeito que a conhecemos, 50, 60 70..., mas sempre a BETHINHA.
E durante a semana antes de nos reencontrar, trocamos alguns e-mails, e facebook com uma pessoa maravilhosa, “TÃNIA MARIA GOLPIAN” – TANINHA, juro que pela foto que vi no facebook, mais pareceu uma mulher austera, séria, aquela mulher de 51 anos, com reclamações da vida, de tudo. Até a indaguei, (coisa de machista, nordestino), se a mesma e as meninas estavam pintando cabelo, e ela me disse que sim, era natural, todas mulheres fazem isso, e é verdade, tenho uma filha de 23 anos que há 12 a 13 anos não sei qual a cor de seu cabelo, sei que eram castanhos, mas, já vi vermelho, azul, preto..., minha irmã faz luzes, a última vez que a vi estava com os cabelos pretos, igual aos de minha mãe, (eu com cabelos, não tão crisalhos perante a idade), cheios (de falhas, entradas e calvície), machismo nordestino brasileiro, enfim, continuando, fazia idéia da TANINHA, diferente daquela menina, que amei, curtir adoráveis bailes na casa da BETH, e pensei comigo, meu, eu ando fugindo tanto da mulherada de 45 anos, e minha turma (algumas) já estão com 50 anos, como o tempo foi cruel conosco, deixou-nos velhos, com doenças, queixumes. Chegando lá em Eldorado, vou ouvir os mesmos papos, Raul Seixas, e o cambau, mas vamos lá, eu não tinha pra onde ir, e fazia muito tempo que não nos víamos, alguma coisa ia valer a pena.
Mas, ao chegar, realmente Eldorado mudou, como é de se esperar, o progresso chegou, em São Paulo é questão de adaptar com mudanças (minha terra, tem mudanças, muito devagar), A padaria é mesma, a escola de inglês/espanhol, a igreja continua a mesma, a rua da casa da Da. RITA é a mesma, asfaltada, não tem (ou não sei se existe) a garagem e onde era feito o bailinho aos sábados, ou curtíamos uns aos outros, transformações necessárias, e temos que nos adaptar as mudanças do dia a dia, a vida continua, e não foram mudanças assim tão radicais, a TANINHA me falou que Eldorado estava parecendo a 25 de Março (exagerada), mas, tudo normal. E, também a mesma falou, que nos fins de semana, ela acorda tarde, o pessoal também, (acreditei na hipótese, estão velhos, e o mesmo costume de sempre, acordar tarde, não mudou), pra que eu chegasse a partir das 15;00 horas, logo eu que acordo todos dias, independente de ser dia útil ou não, às 5,00 horas.Disse que a partir das 9;00 horas, estaria lá. Aproveitaria para ver as mudanças em Eldorado, e em Santo Amaro, e esperaria pelas beldades até o horário estabelecido.
Quando foi nove e uns quebradinhos, BETH me ligou, estava no ônibus indo para a estação de trem de Osasco.
Quando cheguei a Eldorado, estava já indo para casa de Da. RITA, BETH ligou, perguntou minha localização, e a informei que estava na padaria, a mesma pediu para esperar 5 minutos, foi o tempo de tomar dois vinhos e 1 cerveja. Quando BETH, a mesma menina que conheci aos treze anos, linda, maravilhosa, jeito bonachão, fomos direto pra Da. RITA, onde rolava um churrasco, Helinho de churrasqueiro, Da. RITA, mais madura, mas o mesmo jeito, acolhedor, brejeiro, nota 1.000. Ficamos ali umas poucas horas comendo, e bebendo cerveja, jogando conversa fora, relembrando os tempos.
Uma certa hora BETH chamou-nos, e fomos pra sua casa, onde também reside sua filha TAMARA. Um escadão da porra (eu me encontro temporariamente com mobilidade parcial do lado direito, subir ou descer escadas e ladeiras, é um tormento) chegamos à sua casa, ficamos na varanda, eu, ela, Ricardo, o filho e a neta, tomando cerveja, esperando a TANINHA, e jogando conversa fora, ms, papo saudável.
Daí a pouco, chega ela, de longe olhei, o tamanho era o mesmo, quando se achegou, fiquei pasmo, uma mulher de 51 anos, num corpo de 20, nos cumprimentamos, e vi que a pessoa que estava à minha frente, não era nada do que a minha santa ignorância imaginava. Era uma linda mulher, cheia de vida, falante, de tudo e todos, se notava que a TANINHA e BETH, não tinham envelhecido. Olhei pra o Ricardo, cabelos grisalhos, e acho que os meus começaram a ficar grisalho também, e as duas ali, intactas, parece que o tempo não passou pra elas, soberanas, cheias de histórias, vidas e causos pra contar, fazer.
TANINHA me mostrou que, com as menininhas, eu tenho que me sobressair, que precisa mostrar que estão vivas, algumas coisas machistas, desfilar para os colegas verem. Realmente depois de rever vocês, uma mulher mais madura, não é só sexo, mais papo, piadas, dançar, ler e falar de livros lidos, filmes, enfim, foram poucas horas pra dizer e falar tudo,
TANINHA e BETH estão felizes, com filhos e (netos), parceiros da vida conjugal, não sei se são suas almas gêmeas, mas, tem vocês, e parecem bem felizes. Como fiquei com inveja desses caras. Mas aprendi uma coisa, a gente ás vezes é meio bobo, ingênuo, a felicidade às vezes está em cima da gente, pertinho da gente, embaixo do nosso nariz, e, não temos de o dom de encontrar.
Obrigado meninas, vocês me ensinaram que o amor é belo, suave, terno, não importa da maneira que seja, eu não posso olhar a MULHER apenas como um objeto. Mas adorar, idolatrar, e ver que as mulheres maduras, não são chatas, tem um que a mais que as “NOVINHAS”: a SABEDORIA, o traquejo, a conversação, a beleza que por mais
que tentamos entender, achamos que sabemos o “X” da questão, e continuamos aparvalhados, não somos nada.
BETH e TANINHA quero ser felizardo de sempre fazer parte do rol de amigos da família DUARTE e GOLPIAN, por muitas gerações, e encarnações.
TANINHA, uma vez me disseram que nossa alma gêmea não seria necessariamente a pessoa que tivemos atividades em nossa caminhada na vida terrena, e quando eu menos esperasse esta pessoa iria me procurar.
Eu amo vocês, a vida de vocês, e tudo que passei, vivi com vocês, e quando chegar à hora de ir, eu vou feliz porque conheci e tenho amigos como vocês, MARI, AMÉLIA, Da. RITA, BERENICE (BÊRA), Da. TEREZA (até ela), TELMA, TIQUINHA, e tanto pessoal, que vou acabar esquecendo.
São essas “MULHERES MARAVILHOSAS”, que dão sentido à vida, e TANINHA vive dizendo que eu só penso em mulher, e eu digo: EXISTE COISA MAIS DELICIOSA PRA PENSAR, VER, DEGUSTAR, SABOREAR. VOCÊS EXISTEM.